Diretoria da FAEMG toma posse dia 20

BB costura mudança radical

Banco afirma que crédito agrícola volta mais seletivo

CNA orienta processo de renegociação

Produtores não conseguem quitar parcelas

Presidente eleita anuncia ações de inclusão digital e plano de previdência para produtores

Regional Uberaba do Senar será premiado pelo Semeando

Discussões Ambientais ganham com a democracia

Deflação segue em ritmo acelerado no campo

 

Diretoria da FAEMG toma posse dia 20

 

A diretoria reeleita da FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais) toma posse no próximo dia 20, às 20:00, em Belo Horizonte (Buffet Catharina – Avenida Raja Gabaglia, 3.080). Compõem a diretoria-executiva o presidente da entidade, Roberto Simões; o diretor-secretário, Marcos de Abreu e Silva; e o diretor-tesoureiro, João Roberto Puliti. O novo mandato vai até novembro de 2011.

 

Entre as metas da diretoria, estão o incremento do processo de interiorização das ações da FAEMG, a consolidação da formação de novas lideranças e o fomento dos processos de gestão com qualidade nos negócios rurais. Também irá revigorar o programa de realização de grandes eventos, como feiras de produtos alimentícios mineiros e o Congresso Pan-Americano do Leite, em 2010, em Belo Horizonte.

 

A FAEMG tem filiados quase 400 Sindicatos Rurais, representando 400 mil agricultores, pecuaristas e silvicultores. A entidade lidera uma das maiores forças do agronegócio brasileiro. O Estado, que tem 550 mil estabelecimentos rurais, está em primeiro lugar na produção de café, leite, queijo, batata, cenoura, morango e florestas plantadas, além de responder por 7% da produção nacional de grãos.

 

DIRETORIA DA FAEMG 2008-2011

 

PRESIDENTE - Roberto Simões (Paraopeba)

 

VICE-PRESIDENTES

Antônio Pitangui de Salvo (Curvelo)

Délio Prado Lopes (Buritis)

Domingos Frederico Neto (Juiz de Fora)

Edélcio José Cançado Ferreira (Moema)

Evaristo José Caixeta (Patos de Minas)

Fausto de Ávila (Araxá)

José Geraldo Ferreira Batista (Carlos Chagas)

Júlio Gonçalves Pereira (Montes Claros)

Lino da Costa e Silva (Manhuaçu)

Paulo Roberto Andrade Cunha (Uberlândia)

Renato José Laguardia de Oliveira (Barbacena)

Rivaldo Machado Borges Júnior (Uberaba)

Roberto Cezar de Almeida (Governador Valadares)

Rodrigo Sant’Anna Alvim (Volta Grande)

Sebastião Tardioli (Machado)

 

DIRETORES-SECRETÁRIOS

1º) Marcos de Abreu e Silva (Pará de Minas)

2º) Jerônimo Giacchetta (Cabo Verde)

 

DIRETORES-TESOUREIROS

1º) João Roberto Puliti (São Gonçalo do Sapucaí)

2º) Breno Pereira de Mesquita (Santa Rita do Sapucaí)

 

CONSELHO FISCAL

Geraldo Ferreira Porto (João Pinheiro)

João Vicente Diniz (Três Pontas)

Newton Bernardino de Souza (Cláudio)

 

SUPLENTES DA DIRETORIA

Salviano Junqueira Ferraz Júnior (Leopoldina)

Everton Gonçalves Borges (Ibiá)

Denise Cássia Garcia (Campo Belo)

Maurício Ferreira Cruz Homem (Várzea da Palma)

Amauri Rezende Junqueira (Prata)

Leonardo dos Reis Medeiros (Passos)

Políbio Esteves Guedes Júnior (Itambacuri)

Murilo Barbosa Horta (Capelinha)

Luiz Antônio Garcia Carvalho (Luz)

Jadir Maurício Lanza Rabelo (Sete Lagoas)

José Januário Carneiro Neto (Ubá)

Jefferson Salomão Fadlallah (Lajinha)

Luiz Geraldo Maia Serrano (Campanha)

Marques José Naves (Iraí de Minas)

Soeliton José Reis (Carmo da Cachoeira)

Francisco Eugênio Ribeiro (Baependi)

Eliziário Clemente Guimarães (Lima Duarte)

Cláudio de Almeida Queiroz (Campina Verde)

Hermógenes Vicente Ribeiro (Sacramento)

Sebastião Araújo (São Vicente de Minas)

 

SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL

Domingos Inácio Salgado (Cássia)

José Éder Leite (Pitangui)

Murilo Dutra Lanziotti (Conselheiro Lafaiete)

 

 

 

BB costura mudança radical

O BB (Banco do Brasil) negocia com o governo uma ampla alteração nas regras do sistema de crédito rural, instituído em 1965. Maior financiadora do setor, a instituição propôs aos formuladores da política agrícola uma 'reengenharia' do sistema para ampliar as garantias de preços, indenizar as perdas climáticas e assumir riscos e custos de crédito do produtor. Em documento inédito, já em discussão com as principais autoridades do governo e lideranças do setor, o BB defende uma mudança radical na relação com o setor rural.

 

A instituição propõe o estabelecimento de taxas de juros pelo risco da operação, a criação de um Plano de Safra plurianual com bandas de intervenção oficial no mercado e políticas diferenciadas de acordo com o perfil de produtor, segmento e cadeias produtivas. Nada disso ainda existe. A proposta do BB inclui, ainda, o fim das prorrogações das dívidas rurais – que geram tensões políticas com a bancada ruralista no Congresso – e o polêmico compartilhamento de riscos entre bancos e o Tesouro Nacional a partir do histórico do produtor. Valor

 

 

 

 

Banco afirma que crédito agrícola volta mais seletivo

Aos poucos, a agricultura começa a voltar ao normal e as perspectivas para o próximo ano são de boa renda para os produtores. Neste momento, os agricultores efetuam o plantio da safra de verão e os números não deverão indicar quedas significativas na produção. As atividades no mercado agrícola, embora ainda lentas, não mostram a paralisia de setembro e outubro. A avaliação é do Rabobank, instituição financeira com foco no agronegócio. Desde 2004 no fornecimento de crédito rural no Brasil, o banco colocou no mercado um volume de crédito 60% maior do que o liberado em 2008.

 

Para 2009, a expansão será de 25% a 30%. "Aparentemente, de algumas semanas para cá, o fluxo começou a voltar. Lento, mas voltando. Comparado com a quase paralisação há um mês, esse fluxo indica que a situação pode voltar ao normal." A análise é de Antonio Carlos Ortiz, diretor da área rural do Rabobank. "As negociações voltaram, mais lentas e mais seletivas", afirma. O retorno da agricultura ao lucro, porém, tem algumas condicionantes. Uma delas é que os preços se mantenham pelo menos nos níveis atuais. Folha de São Paulo

 

 

 

 

CNA orienta processo de renegociação

Quem aderir à renegociação de dívidas de operações de crédito rural, prevista na Lei 11.775, poderá ter direito ao alongamento de prazos para quitação das parcelas das operações, taxas de juros menores, descontos sobre os saldos devidos e retorno à situação de normalidade, no caso daqueles produtores que atrasaram suas prestações e ficaram inadimplentes. Nos próximos dias, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) disponibilizará cartilhas e softwares para orientar produtores rurais no processo de renegociação dos débitos.

 

A Lei 11.775 contempla dívidas de securitização I e II, PESA, Recoop (cooperativas), Funcafé (cafeicultores), Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira, investimentos agropecuários (BNDES, Moderfota, Finame Agrícola Especial), financiamento para aquisição de títulos do Tesouro Nacional, Fundos Constitucionais de Financiamento, operações realizadas no âmbito do Pronaf (investimentos e custeio), Procera e crédito fundiário. Apenas as operações de crédito rural transferidas para a Dívida Ativa da União têm prazo de adesão diferente: 30 de junho de 2009. Diário do Comércio

 

 

 

 

Produtores não conseguem quitar parcelas

O governo ampliou o prazo para renegociação das dívidas agrícolas, com base na Lei 11.775 (antiga Medida Provisória nº 432). A data de renegociação, cujo vencimento estava previsto para 14 de novembro último, foi prorrogada para o dia 12 de dezembro. Para a vice-presidente da Comissão Técnica de Café da FAEMG, Denise Cássia Garcia, a ampliação do prazo para que os produtores possam renegociar as dívidas é válida. Mas ela ressalta que o segmento cafeeiro de Minas Gerais precisa de algum apoio mais firme.

 

De acordo com Denise Garcia, muitos cafeicultores mineiros não conseguirão quitar as parcelas da dívida, pois não estão conseguindo acesso ao crédito, diante da maior cautela dos bancos. "O produtor está com dificuldades em conseguir financiamentos nos bancos, pois as instituições não sabem se haverá produção e se os preços vão conseguir remunerar os produtores para pagarem as parcelas", acrescentou. Enquanto isso, a situação está se agravando, com os produtores encontrando custos de produção em alta, além da mão-de-obra que onera muito a receita das culturas. Diário do Comércio

 

 

 

 

Presidente eleita anuncia ações de inclusão digital e plano de previdência para produtores

 

Inclusão digital de 500 mil produtores rurais, criação de um plano de previdência complementar e difusão de projetos de empreendedorismo no meio rural. Estas são algumas das ações anunciadas, pela presidente eleita da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, que serão desenvolvidas nos próximos três anos, durante o mandato da nova Diretoria. Em entrevista coletiva, informou que estas ações serão realizadas junto às Federações de Agricultura, Administrações Regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e sindicatos rurais, com o objetivo de atender o universo de produtores representados pelo Sistema CNA. Segundo a senadora, do total de produtores representados pela entidade, 56,4% são de pequeno porte, com propriedades de até quatro módulos fiscais.

 

O projeto de inclusão digital dos produtores rurais prevê a disponibilização de informações em tempo real por meio virtual. Segundo Kátia Abreu, a entidade buscará parcerias com os setores públicos e privados para disponibilizar computadores aos sindicatos rurais, além da aquisição de microônibus, que funcionarão como salas móveis, para promover treinamentos em informática para os produtores. A presidente eleita informou, ainda, que negociará com o Banco do Brasil a criação de linhas de financiamento a juros baixos para a aquisição de lap tops (computadores portáveis) por agricultores e pecuaristas.  “Não queremos que os produtores tenham apenas acesso a notícias. Eles também terão acesso às leis relacionadas ao setor agropecuário e a instrumentos de tecnologia. Será um canal do produtor”, enfatizou.

 

Quanto ao plano de previdência privada para os produtores rurais, Kátia Abreu afirmou que o  projeto será feito em parceria com algum banco administrador com experiência no assunto. “O produtor não conta, hoje, com uma aposentadoria”, justificou a senadora. Ela também citou como iniciativa da sua administração a intensificação de projetos de empreendedorismo, com a  finalidade orientar produtores rurais a trabalhar como empresários, aprendendo a calcular seus custos de produção. “Queremos que o produtor saiba seu custo efetivo, os custos com depreciação de patrimônio, seu capital de giro, para que se planeje como empresário urbano”, disse.

 

 

 

 

Regional Uberaba do Senar será premiado pelo Semeando

 

Os municípios de Prata, Uberlândia, Araxá, Uberaba e Limeira do Oeste estarão em Belo Horizonte no próximo dia 20, onde receberão a homenagem maior do Programa Semeando, em solenidade que acontece no Minascentro.

 

O Programa Semeando é o maior Programa de Educação Ambiental que envolve mais de 3 milhões de alunos das escolas públicas de Minas Gerais.

 

O concurso é realizado anualmente e avalia por meio de desenhos, redações e relatos de experiências pedagógicas, a compreensão do tema proposto em cada edição do Programa e os resultados advindos do aprendizado.

 

Segundo o Gerente Regional do Senar em Uberaba, Flávio Henrique Silveira, a participação tem sido cada vez maior e as escolas buscam através desses trabalhos uma melhor conscientização sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

 

Os vencedores do Programa Semeando na regional de Uberaba foram:

 

Prêmio Desenho:

Aluna: Bárbara Paola Costa Balduíno

Professora: Aparecida das Graças Nunes Silva

Escola Municipal Junto à Loja maçônica União e Caridade

Prata

 

Prêmio Redação A:

Aluna: Saula Cecília Antunes de Souza

Professora: Mariquinha Carolina Rodrigues

Escola Estadual Bom Jesus

Uberlândia

 

Prêmio Redação B:

Aluno: Matheus Eugênio Alves

Professora: Márcia Aparecida Almeida Andrade

Escola Estadual Armando Santos

Araxá

 

Prêmio Redação C:

Aluna: Isadora Montes Resende

Professora: Adriana Fernandes Vaz Armanda

Escola Estadual Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco

Uberaba

 

Prêmio Experiência A:

Professora: Betânia Aparecida de Almeida

Escola Municipal Antonio Vicente Fonseca

Limeira do Oeste

 

Prêmio Experiência B:

Professora: Márcia Cristina Tannús

Escola Municipal Professora Eurico Silva

Uberlândia

 

Ao todo, a comissão julgadora, composta por 30 profissionais, recebeu 12.903 trabalhos, sobre os quais esteve debruçada durante praticamente todo o mês de outubro, com a missão de escolher os melhores. O concurso recebeu 7.515 redações, 4.645 desenhos e 743 relatos de experiências pedagógicas.

 

A coordenadora do Semeando, Vânia Mello, satisfeita com os resultados do Programa, argumenta que tem percebido a cada ano o amadurecimento das escolas, alunos e professores no trato do tema. “A qualidade dos trabalhos apresentados em cada categoria vem crescendo a cada ano e isso significa que o tema meio ambiente e as questões a ele relacionadas estão sendo sedimentadas nos participantes”, avalia. Ela ressalta também a adesão de novos municípios ao Programa, aliado àqueles que participam desde as primeiras edições. “Estamos conseguindo fechar um ciclo, enriquecendo o Programa com novos temas, assim como aconteceu este ano, com ética e cidadania”, completa.

 

O Programa Semeando é iniciativa de duas entidades que atuam junto aos produtores rurais de Minas: a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Minas). 

 

 

 

 

Discussões Ambientais ganham com a democracia

 

As discussões ambientais hoje tratadas pelo COPAM – Conselho Estadual de Política Ambiental ganhou reforço com a criação de subcomissões em todo Estado.

Num trabalho desenvolvido pela FEAM – Fundação Estadual do Meio Ambiente foram criadas várias Comissões Paritárias para discutir assuntos ambientais no Estado de Minas Gerais.

 

Essas comissões estarão sob a coordenação do IEF – Instituto Estadual de Florestas, e têm a participação da FAEMG, FETAEMG, EMATER, ONGS, POLÍCIA AMBIENTAL E IEF.

 

Hoje o trabalho é todo desenvolvido pelas Unidades Regionais Colegiadas, que são unidades deliberativas e normativas, encarregadas de analisar e compatibilizar, no âmbito de sua atuação territorial, planos, projetos e atividades de proteção ambiental com a legislação aplicável e propor, sob a orientação do Plenário do COPAM e da CNR, as políticas de conservação e preservação do meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável.

 

Na Comissão Regional de Ituiutaba também fazem parte os municípios de Capinópolis, Ipiaçu, Cachoeira Dourada de Minas, Santa Vitória e Gurinhatã.

 

Foram nomeados para representar a região por parte da FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais, Romes Gouveia Bastos – Presidente do SIPRI – Sindicato dos produtores Rurais de Ituiutaba, e Paulo Henrique Fontoura – Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis.

 

Representam uma ONG – Organização Não Governamental ligada à proteção ambiental de Santa Vitória, Marcelo Vilela e Murilo José Ribeiro.

 

Outras Comissões Regionais também foram criadas no Triângulo Mineiro, tendo como sede as cidades de Uberaba, Uberlândia, Frutal e Iturama.

 

Romes Gouveia Bastos afirma que é um trabalho importante para o setor rural, graças ao empenho do Vice-Presidente da FEAM, Dr. Gastão Vilela, que dá oportunidade de uma maior democracia quando forem discutidos assuntos ligados às questões ambientais.

 

Paulo Henrique Fontoura vê com bons olhos a criação dessas subcomissões, e acredita que haverá um trabalho mais voltado para educação e fiscalização, que propriamente para punição e multas, devendo haver maior respeito entre as partes.

 

 

 

IPR/MG

 

Deflação segue em ritmo acelerado no campo

 

Enquanto os alimentos são apontados como um dos responsáveis pela alta de 0,45% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de outubro, os produtores rurais mineiros continuam amargando queda de renda. O IPR (Índice de Preços Recebidos) pelos produtores rurais, calculado pela FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), sofreu queda de 2,16% em outubro. Dos 15 produtos analisados, nove tiveram redução de preço, dois mantiveram-se estáveis e apenas quatro registraram alta.

 

O coordenador da Assessoria Técnica da FAEMG, Pierre Santos Vilela, informa que, em outubro, as quedas mais expressivas foram as do milho (-9,89%) e abacaxi (-9,23%). As maiores altas foram as da batata (14,83%) e suínos (5,25%). Ao longo do ano, os preços agropecuários já caíram 5,15% no Estado. As baixas mais acentuadas foram as dos hortícolas, como batata (-44,35%) e banana (-40,95%); e dos grãos, principalmente milho (-36,85%), feijão (-27,48%) e sorgo (-23,81%). Sustentam altas no ano apenas as carnes (bovina, suína e de frango), arroz e caroço de algodão.

 

De novembro de 2007 a outubro de 2008, o IPR acumula alta de apenas 3,28%, ou seja, o aumento de preços registrado no final de 2007 foi praticamente anulado pela forte queda das cotações nos últimos meses. Diante deste quadro, Pierre Vilela afirma que a alta dos alimentos apontada no IPCA divulgado hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) ocorre, neste momento, no varejo, pois há quatro meses consecutivos os preços agropecuários em Minas estão em queda, puxada pela baixa das cotações das commodities agrícolas em todo o mundo.