|
Sindicatos Rurais reelegem diretoria da FAEMG
Com 99,13% dos votos válidos, o presidente da FAEMG
(Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais),
Roberto Simões, foi reeleito hoje (30/09/08) para o mandato
2008-2011. Também compõem a diretoria executiva o
diretor-secretário, Marcos de Abreu e Silva; e o diretor-tesoureiro,
João Roberto Puliti. A posse está marcada para o dia 20 de novembro,
em Belo Horizonte.
Entre as metas da diretoria, estão o incremento do
processo de interiorização das ações da FAEMG, a consolidação da
formação de novas lideranças e o fomento dos processos de gestão com
qualidade nos negócios rurais. Também irá revigorar o programa de
realização de grandes eventos, como feiras de produtos alimentícios
mineiros e o Congresso Pan-Americano do Leite, em 2010, em Belo
Horizonte.
A FAEMG tem filiados quase 400 Sindicatos Rurais,
representando 400 mil agricultores, pecuaristas e silvicultores. A
entidade lidera
uma das maiores forças do agronegócio brasileiro. O
Estado, que tem 550 mil estabelecimentos rurais, está em primeiro
lugar na produção de café, leite, queijo, batata, cenoura, morango e
florestas plantadas, além de responder por 7% da produção nacional
de grãos.
DIRETORIA DA FAEMG ELEITA PARA 2008-2001
PRESIDENTE
Roberto Simões (Paraopeba)
VICE-PRESIDENTES
Antônio Pitangui de Salvo (Curvelo)
Délio Prado Lopes (Buritis)
Domingos Frederico Neto (Juiz de Fora)
Edélcio José Cançado Ferreira (Moema)
Evaristo José Caixeta (Patos de Minas)
Fausto de Ávila (Araxá)
José Geraldo Ferreira Batista (Carlos Chagas)
Júlio Gonçalves Pereira (Montes Claros)
Lino da Costa e Silva (Manhuaçu)
Paulo Roberto Andrade Cunha (Uberlândia)
Renato José Laguardia de Oliveira (Barbacena)
Rivaldo Machado Borges Júnior (Uberaba)
Roberto Cezar de Almeida (Governador Valadares)
Rodrigo Sant’Anna Alvim (Volta Grande)
Sebastião Tardioli (Machado)
DIRETORES-SECRETÁRIOS
1º) Marcos de Abreu e Silva (Pará de Minas)
2º) Jerônimo Giacchetta (Cabo Verde)
DIRETORES-TESOUREIROS
1º) João Roberto Puliti (São Gonçalo do Sapucaí)
2º) Breno Pereira de Mesquita (Santa Rita do Sapucaí)
CONSELHO FISCAL
Geraldo Ferreira Porto (João Pinheiro)
João Vicente Diniz (Três Pontas)
Newton Bernardino de Souza (Cláudio)
SUPLENTES DA DIRETORIA
Salviano Junqueira Ferraz Júnior (Leopoldina)
Everton Gonçalves Borges (Ibiá)
Denise Cássia Garcia (Campo Belo)
Maurício Ferreira Cruz Homem (Várzea da Palma)
Amauri Rezende Junqueira (Prata)
Leonardo dos Reis Medeiros (Passos)
Políbio Esteves Guedes Júnior (Itambacuri)
Murilo Barbosa Horta (Capelinha)
Luiz Antônio Garcia Carvalho (Luz)
Jadir Maurício Lanza Rabelo (Sete Lagoas)
José Januário Carneiro Neto (Ubá)
Jefferson Salomão Fadlallah (Lajinha)
Luiz Geraldo Maia Serrano (Campanha)
Marques José Naves (Iraí de Minas)
Soeliton José Reis (Carmo da Cachoeira)
Francisco Eugênio Ribeiro (Baependi)
Eliziário Clemente Guimarães (Lima Duarte)
Cláudio de Almeida Queiroz (Campina Verde)
Hermógenes Vicente Ribeiro (Sacramento)
Sebastião Araújo (São Vicente de Minas)
SUPLENTES DO CONSELHO
FISCAL
Domingos Inácio Salgado (Cássia)
José Éder Leite (Pitangui)
Murilo Dutra Lanziotti (Conselheiro Lafaiete)
Crise pode aumentar desequilíbrio entre receita e custos de produção
A
crise financeira nos Estados Unidos, que tem contagiado os
principais mercados internacionais, pode afetar o agronegócio
brasileiro, aumentando o desequilíbrio entre os custos de produção
da atividade rural e a receita obtida pelo produtor. Segundo o
presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário
Schreiner, o setor produtivo está preocupado com a queda dos preços
das commodities e a restrição de crédito dos bancos, o que já vem
ocorrendo diante da dificuldade de captação de recursos no exterior
para empréstimos.
A
consolidação deste cenário agravará a situação do produtor em razão
da elevação dos custos de produção da lavoura em plena época de
plantio e pelo fato de a maioria dos produtos, hoje, não dispor de
hedge, instrumento de proteção contra as oscilações do câmbio. “Não
sabemos onde esta crise vai chegar e como vai impactar o
agronegócio, mas temos uma percepção ruim, porque os riscos sempre
ficam por conta do produtor”, afirma Schreiner.
Na
sua avaliação, apesar de o Governo ter aumentado o volume de
recursos para a safra 2008/2009 em relação à safra anterior, o
montante diminuiu proporcionalmente à variação dos custos de
produção, cujo aumento superou os 50% do ano passado para cá. Para
Schreiner, com a limitação para conseguir crédito junto às
instituições financeiras, as taxas de juros ficarão mais altas, o
que levará os produtores a buscar outras fontes de recursos. As
tradings, por exemplo, também enfrentam dificuldades para obter
recursos para financiar a safra dos agricultores e,
conseqüentemente, já adotam encargos mais caros. Outra preocupação é
o reflexo do aumento do dólar sobre os custos de produção, pois
itens que compõem os desembolsos da atividade agropecuária, como os
insumos, estão atrelados ao câmbio.
A
retração do consumo pode ser outra conseqüência negativa da crise
norte-americana, uma vez que a redução da demanda por produtos
nacionais pode afetar principalmente as exportações brasileiras. “Os
países emergentes, que ocasionaram o aumento da demanda, podem agora
retrair o consumo, gerando um excedente de oferta e piorando a
situação do Brasil”, afirma. Ele alerta, ainda, para a possibilidade
de fuga dos investidores do mercado de commodities para outros
mercados menos oscilantes, o que pode também ter reflexo nas
cotações agrícolas.
CNA protocola documento com sugestões de alteração no Decreto 6514
A
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou,
hoje (28/8), no Ministério do Meio Ambiente, documento assinado por
14 entidades ligadas aos setores da agropecuária e da indústria,
além da Frente Parlamentar da Agropecuária, com as sugestões de
alterações ou de supressões de diversos dispositivos do Decreto
6514, que estabelece novas exigências e punições a pretexto de
regulamentar a Lei de Crimes Ambientais. Entre as alterações
sugeridas, está a supressão do artigo 55, que trata das multas para
os produtores que não averbarem as áreas de reserva legal. No texto
em vigor, esta averbação deverá ser feita em até 180 dias a partir
da data da publicação do Decreto, no último dia 22 de julho. Para o
setor, o prazo mínimo deveria ser de dois anos, o que daria tempo
para o produtor fazer o devido registro da área de reserva legal em
sua propriedade. “É preciso adequar a lei à realidade do setor
agropecuário”, justifica o presidente da Comissão Nacional de Meio
Ambiente da CNA, Assuero Doca Veronez.
No
documento entregue ao ministério, os setores produtivos argumentam
que as multas para a não averbação da reserva legal não estão
previstas em lei. Por esse motivo, defende a suspensão da punição
até que seja encaminhada uma nova lei ao Congresso Nacional com base
nas conclusões do grupo de trabalho, composto por Governo, setor
privado e parlamentares, que deverá apresentar em 120 dias uma
proposição para alterar a legislação ambiental em vigor. A formação
desse grupo foi acertada em reunião com o ministro do Meio Ambiente,
Carlos Minc, na última terça-feira. Já está definido que,
representando o Governo, deverão participar desses debates os
ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Pecuária e Abastecimento
e Desenvolvimento Agrário, além de membros das Frentes Parlamentares
da Agropecuária e do Meio Ambiente.
O
setor produtivo defende, ainda, que seja suprimido o artigo 19, que
trata de demolição de obras localizadas em áreas de preservação
ambiental até a conclusão das discussões do grupo de trabalho. Outra
sugestão incluída no documento pede a retirada do artigo 107, que
trata da apreensão de animais domésticos que estejam em propriedades
localizadas em áreas de proteção ambiental. “É mais um dos
dispositivos que não está previsto em lei”, explica Assuero. Também
foi sugerida a supressão dos artigos 129 e 130, que dão poder ao
Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) de julgar recursos, em
última instância, contra imposições de punições em casos de
infrações ambientais.
No
ofício que acompanha o documento entregue pela CNA, os setores
produtivos manifestam sua expectativa de adequação do Decreto e da
legislação ambiental brasileira, “com o objetivo de proporcionar
segurança jurídica às atividades produtivas e à conservação
ambiental”. Segundo Assuero Veronez, “os setores querem uma proposta
exeqüível, que tenha bom senso”. Na sua avaliação, o decreto é uma
conseqüência da inaplicabilidade das leis que estão em vigor, entre
as quais o Código Florestal Brasileiro (CFB). “É a fonte de todos ao
males e de uma legislação que ficou ultrapassada, que tem trazido
insegurança jurídica aos produtores rurais”, criticou Veronez,
defendendo uma adaptação do Código à realidade atual do setor
agropecuário.
Entre as alternativas para atualizar as normas ambientais, o
representante da CNA defendeu a aprovação do Projeto de Lei 6424/05,
que tramita na Câmara dos Deputados. Esta matéria permite a
reposição de áreas de reserva legal com palmeiras que possam ser
exploradas economicamente, como açaí e babaçu, além de prever o
cômputo de Áreas de Preservação Permanente (APP) na reserva legal.
Na última terça-feira (26/8), o ministro Carlos Minc assumiu o
compromisso com os setores produtivos e parlamentares de que o Ibama
(Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais
Renováveis) não aplicaria as sanções previstas no Decreto durante as
discussões para modificar o texto atual.
Além da CNA, integram o ofício de encaminhamento do documento ao
Ministério do Meio Ambiente a Frente Parlamentar da Agropecuária
(FPA), Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo (SEAGRI-SP),
Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias
do Estado de São Paulo (FIESP), Associação Brasileira de
Agribusiness (ABAG), Associação Brasileira das Indústrias de Óleos
Vegetais (ABIOVE), União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA),
Sociedade Rural Brasileira (SRB), Aprosoja Brasil, Associação
Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas, Organização das
Cooperativas Brasileiras (OCB), Associação das Empresas Cerealistas
do Brasil e União Brasileira de Avicultura (UBA).
PIB
do agronegócio cresce e pode chegar a R$ 84,4 bilhões neste ano
O PIB
(Produto Interno Bruto) do agronegócio mineiro cresceu quase 10% no
primeiro semestre. É o que mostra levantamento feito pelo Cepea/USP
(Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de
São Paulo), patrocinado pela FAEMG (Federação da Agricultura e
Pecuária do Estado de Minas Gerais) e SEAPA (Secretaria de
Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais). Se o ritmo
do crescimento se mantiver, o PIB do setor deve chegar a R$ 84,4
bilhões em 2008.
“Este
resultado comprova a pujança do agronegócio e seu peso na economia
mineira e nacional”, ressalta o superintendente de Economia e
Política Agrícola da SEAPA, João Ricardo Albanez. O setor –
acrescenta – já responde por 30% do PIB de Minas e por 11% do PIB do
Brasil. A pesquisa mostra que o bom desempenho foi alavancado pelo
agronegócio da pecuária, que cresceu 14,04%, puxado pela produção de
leite. O agronegócio da agricultura teve taxa menor de crescimento,
de 5,94%.
O
coordenador da Assessoria Técnica da FAEMG, Rodolfo Oliveira,
informa que o segmento que mais cresceu no primeiro semestre foi o
de insumos, tanto para agricultura como para pecuária. Este
crescimento deve-se à alta em torno de 60% dos preços dos produtos,
que subiram motivados pela demanda crescente. “A procura por
fertilizantes vem crescendo em todo o mundo, especialmente no
Brasil, para atender à pressão por aumento da oferta de alimentos e
de matéria-prima para biocombustíveis”, explica.
Tendências –
Outro
destaque da pesquisa foi o bom desempenho da produção agrícola, com
o crescimento das safras de grãos e de café, embora este último
produto esteja com preços em declínio. Por outro lado, a
agroindústria de base vegetal registrou variação negativa de -2,75%.
Esta baixa decorre, principalmente, da queda das cotações dos
produtos das indústrias sucroalcooleira e cafeeira: álcool anidro
(-16,85%), álcool hidratado (-18,62%), açúcar (-25,42%) e café
(-6,59%).
O bom
resultado do PIB não se reflete, no entanto, na renda do produtor
rural. Segundo Rodolfo Oliveira, a tendência é de que os custos
continuem subindo, sobretudo em virtude da alta dos insumos. Diante
desse cenário, tanto a FAEMG como a SEAPA orientam o produtor a
otimizar seu sistema de produção, acompanhando a evolução do mercado
e, sobretudo, adotando a gestão de custos. Assim, poderá minimizar
os impactos de possíveis variações de oferta e consumo.
Marcos Montes destaca ação do Núcleo dos Sindicatos Rurais
O
Deputado Federal Marcos Montes (DEM) participou na última semana de
uma reunião junto ao Núcleo dos Sindicatos dos Produtores Rurais do
Triângulo, Noroeste de Minas e Alto Paranaíba, na cidade de Ibiá.
A
reunião tratou de diversos assuntos, mas o principal deles foi o
grande número de tópicos discutidos hoje na Comissão de Agricultura
na Câmara dos Depurados, oriundos das discussões do Núcleo.
“Esse Núcleo criado na região, mostra que se o produtor se
organizar, muitas conquistas virão, e esse Núcleo é um modelo a ser
copiado em todo País, é o fortalecimento para o agronegócio, para as
próprias Federações”, frisou o Deputado.
Marcos comentou sobre a “Bandeira do Agronegócio”, e pediu que fosse
feito a “Carta do Núcleo”, referente às sugestões dos produtores
rurais sobre as discussões em torno da nova legislação ambiental
prestes a ser aprovada em Brasília.
Para Ele há a necessidade de mostrar ao Ministério da Agricultura a
realidade dos produtores dessa região, que em muitos casos há
demonstração clara de que o Governo desconhece essa realidade, que
hoje coloca o produtor como o bandido do meio ambiente.
Marcos Montes tem sido considerado um dos granes defensores do
agronegócio em Brasília, e é um grande defensor da criação de novos
núcleos, que ajudem na aproximação dos produtores a nível regional,
junto à Federação, o que irá fortalecer e muito as ações políticas
da classe.
Cursos do Senar Minas de 29/09 a 03/10
Santa Juliana - Trabalhadores na Aplicação de
Agrotóxicos
SPR SANTA JULIANA - 29/09 a 01/10 - SENAR MINAS –
Instrutor:
Raimundo Papa Júnior
Iturama - Sangrador de Seringueira
SPR ITURAMA - 29/09 a 03/10 - SENAR MINAS –
Instrutor:
Ascânio Maria de Oliveira
Iturama - Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos
SPR ITURAMA - 29/09 a 01/10 - SENAR/CANA LIMPA –
Instrutor:
Ednaldo Liberato de Oliveira
União de Minas - Trabalhadores na Equideocultura
SPR UNIAO DE MINAS - 29/09 a 03/10 - SENAR MINAS –
Instrutor:
João Adolfo Ribeiro Netto
Canápolis - Artesanato de Rendas, Bordados e
Congêneres
SPR CANAPOLIS - 29/09 a 02/10 - SENAR MINAS –
Instrutora:
Cássia Maria Rapôso de Andrade
Indianópolis - Trabalhadores na Operação e na
Manutenção de Tratores Agrícolas
SPR INDIANOPOLIS - 29/09 a 03/10 - SENAR MINAS –
Instrutor:
João Batista Pedro
Ibiá - Saúde na Terceira Idade
SPR IBIA - 01/10 a 03/10 - SENAR MINAS – Instrutor:
Maria Ana Knychala Faria
Fronteira - Higiene, Conservação e Armazenamento de
Alimentos
SPR FRONTEIRA - 01/10 a 09/10 - SENAR MINAS –
Instrutora:
Maria Luz da Silva
Fronteira - Higiene, Conservação e Armazenamento de
Alimentos
SPR FRONTEIRA - 01/10 a 09/10 - SENAR MINAS –
Instrutora:
Maria Luz da Silva
Conceição das Alagoas - Trabalhadores no Cultivo de
Plantas Industriais (Cana-de-Açúcar)
AGROCANA - 02/10 a 02/10 - SENAR/CANA LIMPA –
Instrutor:
Humberto Antônio Cavalari Perez
Iturama - Trabalhadores na Operação e na Manutenção
de Sistemas Convencionais de
Irrigação por Aspersão
SPR ITURAMA - 02/10 a 04/10 - SENAR MINAS –
Instrutor:
Ednaldo Liberato de Oliveira
Veríssimo - Trabalhadores na Aplicação de Agrotóxicos
SPR VERISSIMO - 02/10 a 04/10 - SENAR/CANA LIMPA
- Instrutor: Mauro
Ferreira Machado
Centralina - Artesanato de Rendas, Bordados e
Congêneres
SPR CANAPOLIS - 03/10 a 07/10 - SENAR MINAS –
Instrutora:
Cássia Maria Rapôso de Andrade
|