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FAEMG fará reciclagem para Secretários Executivos de Sindicatos
A FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas
Gerais estará realizando mais um treinamento voltado para o
atendimento dos Sindicatos Rurais no Estado. Visando à valorização e
à qualificação dos recursos humanos que integram o sistema sindical
rural, a FAEMG promoverá um curso de reciclagem, exclusivo para
funcionários (secretários executivos) de Sindicatos, que será
realizado em Belo Horizonte, na sede da Federação.
A primeira turma será nos dias 3, 4 e 5 de novembro, a segunda turma
nos dias 10, 11 e 12 de novembro e a terceira turma nos dias 17, 18
e 19 de novembro.
Para Amauri Rezende Junqueira, Presidente do Núcleo dos Sindicatos
Rurais do Triângulo e Alto Paranaíba esse é um grande reforço nas
ações sindicais em prol do associado, pois estamos em meio a um
grande treinamento voltado para Gestão com Qualidade nos Sindicatos,
somado a esse curso, com certeza a tendência é melhorar cada vez
mais os serviços prestados dentre e fora do Sindicato Rural.
De acordo com a programação, vários temas de grande importância
serão tratados no curso, como: Atendimento ao Público, Assuntos
Jurídicos, Contabilidade, Meio Ambiente, ITR, CCIR, ADA, e
Contribuição Sindical.
O Presidente da FAEMG, Dr. Roberto Simões estará participando da
solenidade de encerramento do evento.
Crise do Leite pode ser maior que muitos imaginam
A
FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas
Gerais em atenção à pauta de reivindicações entregue pelos
representantes do Núcleo dos Sindicatos Rurais do Triângulo e Alto
Paranaíba, desenvolveu algumas ações pertinentes à crise do leite
que preocupa o setor em Minas Gerais:
Segundo Amauri Rezende Junqueira, Presidente do Núcleo, as ações da
FAEMG tiveram início no dia 03/09, quando foi realizada uma reunião
de emergência da Comissão Técnica de Leite da FAEMG que gerou
algumas sugestões de medidas que foram imediatamente encaminhadas à
Secretaria da Agricultura e à CNA.
Já no dia 18/09, reuniu-se a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do
Leite e Derivados do MAPA, presidida pelo Vice-Presidente da FAEMG
Rodrigo Alvim, tendo sido encaminhadas ao Ministro da Agricultura a
solicitação das seguintes ações emergenciais: Apoio à
comercialização, Carimbar em caráter emergencial R$ 300 milhões para
Empréstimo do Governo Federal (EGF) de leite e ampliar o limite por
empresa de 10 para 15 milhões, Operacionalizar R$ 100 milhões para
retirar das principais bacias produtoras do País, cerca de 1 bilhão
de litros de leite em Contratos Privados de Opção e Venda (PROP),
Ampliar as compras governamentais para os programas sociais de
distribuição de leite e derivados, e Facilitar a exportação de leite
e derivados.
Além disso, outros pontos são considerados importantes por parte da
CNA, como a decisão de acompanhar e exigir ações efetivas do Governo
Federal no combate a fraude e comercialização informal do leite.
Outra ação da FAEMG foi em 09/10, quando os membros da entidade
juntamente com Rodrigo Alvim e Eduardo Dessimoni, respectivamente,
Presidente da Comissão Nacional e Estadual do Leite, pelo
Vice-Presidente da Republica, José Alencar Gomes da Silva, onde na
ocasião, os produtores solicitaram apoio foi prontamente prometido,
principalmente no sentido da liberação dos recursos solicitados.
Também no início de outubro, em reunião realizada em Brasília, foi
reestruturada a LÁCTEA BRASIL que já recebeu a filiação de várias
cooperativas, indústrias e entidades de classe, inclusive a FAEMG.
Esta entidade promoverá a arrecadação de fundos para realização do
marketing do leite e o relacionamento com a imprensa e será
presidida por Rodrigo Alvim.
Segundo a FAEMG, outro assunto de grande importância para o setor é
a busca de apoio junto ao Governo do Estado, onde continuam as
tratativas com o Secretário Gilman Viana Rodrigues para tentarmos
junto à Secretaria da Fazenda a solução das questões relativas às
condições de ICMS impostas pelo Estado de São Paulo.
O Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Ituiutaba, Romes
Gouveia Bastos afirma que os pecuaristas fizeram grandes
investimentos e apostaram no mercado no início de 2008, e foram
pegos de surpresa com a ação dos laticínios nesse momento, e a
preocupação é ainda maior com relação ao que pode acontecer no
futuro, visto que existe uma grande crise mundial e ainda não se
sabe quando e se ela vai atingir o setor produtivo, deixando todo
segmento atento às informações passadas pela imprensa, afirma Romes.
Ato Declaratório Ambiental deve ser entregue até 30 de novembro
O Produtor Rural ganhou mais um prazo para a entrega do ADA – Ato
Declaratório Ambiental 2008, cuja data limite é 30 de novembro.
A confirmação foi feita pela FAEMG – Federação da Agricultura e
Pecuária do Estado de Minas Gerais através de ofício encaminhado
pelo IBAMA – Instituo Brasileiro de Meio Ambiente.
Segundo a FAEMG, desde 2007, os proprietários de imóvel rural que
declararam área de reserva legal, preservação permanente, mata
nativa ou qualquer área ambiental não tributável para efeito de ITR
tem de apresentar ao IBAMA, anualmente, o ADA.
Para Romes Gouveia Bastos, Presidente do SIPRI – Sindicato dos
Produtores Rurais de Ituiutaba, o produtor tem que estar atento a
essa informação e não perder o prazo. Essas questões ambientais
estão tirando o sono de todos os homens do agronegócio, por isso é
importante sempre buscar informações junto ao SIPRI que através de
sua diretoria tem buscado manter atualizado todas as informações
pertinentes à legislação ambiental, que tem sido uma grande luta
para que quem produz alimentos não seja impedido de trabalhar nos
próximos anos, concluiu Romes.
Sanidade do rebanho tem peso no sucesso da pecuária leiteira
Um dos
aspectos pouco valorizados por grande parte dos produtores de leite
é a sanidade do rebanho. Quando enfrentam uma crise, por exemplo, os
investimentos em sanidade são os primeiros a serem cortados.
Problema que
limita a produção leiteira. Tanto os endo ou ectoparasitos e até
mesmo algumas doenças, que são de vacinação obrigatória na região,
causam sérios prejuízos aos pecuaristas.
Entretanto,
o que se percebe é que o produtor tem modificado sua visão.
Principalmente devido a exigência do mercado em relação a um leite
de qualidade.
Para
combater essas patologias, os produtores lançam mão de vacinas,
exames, tratamentos profiláticos e curativos como antiparasitários,
antibióticos, produtos homeopáticos e fitoterápicos entre outros,
visando manter a sanidade do rebanho e com isso, obter um produto de
qualidade em maior quantidade, aumentando assim seus resultados.
Entretanto, o produtor não pode se esquecer de seguir a correta
maneira de se utilizar estes produtos, principalmente quanto a seus
períodos de carência quando necessários.
De acordo os
pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária) Gado de Leite, apenas entre 11% e 12% dos criadores
conhecem o controle sanitário estratégico, que consiste na aplicação
dos produtos corretos em épocas certas do ano visando obter
resultados satisfatórios.
Para se ter
uma idéia, a aplicação de vermífugo ainda é uma barreira a ser
vencida, pois cerca de 80% das aplicações realizadas anualmente em
bovinos não surtem o efeito esperado, porque são feitas de maneira
incorreta e não atendem aos programas de controle estratégico.
“O mais
importante é que o produtor seja orientado”, sugere o veterinário
Marcelo Nogueira, coordenador do Departamento Técnico da Cooperativa
Agropecuária Ltda. de Uberlândia – Calu. Segundo o profissional, a
partir do momento em que o produtor tem um controle sanitário
estratégico de seu rebanho, o sucesso é mais garantido
A Calu, por
exemplo, oferece aos cooperados um programa de sanidade, que está
dentro do Projeto Excelência Rural. “Nós orientamos o produtor
quanto às datas importantes para se realizar os controles
estratégicos como vacinar o rebanho, a correta utilização de
antiparasitários obedecendo à época do ano e com isso temos obtido
resultados positivos”, pontua Nogueira.
Combate à Aftosa
O próximo
passo dentro do roteiro de ações que o produtor deve lançar mão para
manter a sanidade do rebanho será a segunda etapa de vacinação
contra aftosa que tem início em novembro em grande parte do Brasil.
Dezoito estados devem imunizar seus rebanhos bovinos e bubalinos,
com exceções para Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do
Norte e Roraima, que aplicaram a segunda dose em outubro.
Em Minas
Gerais, serão vacinados apenas os animais de até 24 meses.
No ano
passado, cerca de 97% do rebanho brasileiro de bovinos e bubalinos
foram imunizado. A expectativa para esse ano é superar o percentual,
com mais de 155 milhões de animais participantes.
“Nós já
orientamos o nosso produtor. Ele já sabe, através das informações
obtidas junto aos técnicos da cooperativa, que novembro devem
vacinar o rebanho”, comenta o veterinário da Calu.
Artesanato pode ajudar na renda familiar em Capinópolis
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Usar
pequenos pedaços de tecidos para fabricar peças artesanais de grande
necessidade no lar é uma alternativa de reciclar o que iria para o
lixo e ainda ter lucro com o trabalho. Assim foi o curso de
“Artesanato em Tecidos” aplicado pelo Senar – Serviço Nacional de
Aprendizagem Rural aplicou entre os dias 20 e 24 na cidade de
Capinópolis.
O curso
aconteceu no Centro de Geração de Renda, da Prefeitura Municipal,
numa parceria junto ao Sindicato dos Produtores Rurais de
Capinópolis.
A
Instrutora Miriam Gonçalves Arruda mostrou às alunas como podem ser
aproveitados pedaços de tecidos que antes iria para o lixo, e agora
podem ser transformados em peças, num trabalho denominado “Pat -
Work”, onde almofadas foram fabricadas durante o curso.
Janete
Cristina de Jesus, 29 anos foi uma das alunas, que busca através
desse conhecimento um alternativa de melhoria na renda familiar, com
muita qualidade no trabalho artesanal.
O
Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Capinópolis, Paulo
Henrique Fontoura disse que é hora de todos aqueles que já
participaram dos cursos do Senar, formar uma associação para que
possam vender seus produtos, e disse que para o próximo ano, novos
projetos serão implantados em Capinópolis e vai proporcionar
condições de expor e negociar tudo que for produzido de forma
artesanal.
Paulo
Henrique disse que irá trabalhar em prol de um projeto em parceria
com a Prefeitura, o que vai garantir um espaço para esse tipo de
trabalho, fortalecendo as ações do trabalho de Promoção Social
desenvolvido pelo Senar em parceria com o Sindicato.
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